25 de agosto de 2011

Subsídios Betel: Lição 9 - O que levaremos perante o Senhor?

Texto Áureo:
“Então, Saul disse ao seu moço: Eis, porém, se lá formos, que levaremos, então, àquele homem? Porque o pão de nossos alforjes se acabou, e presente não temos que levar ao homem de Deus. Que temos?” (1 Samuel 9.7).
Verdade Aplicada:
                        Aquele que muito quer receber, mas nada oferece ao Senhor, corre o perigo de nunca frutificar para o Reino, além de não satisfazer a sua alma.
Objetivos da Lição:
*      Aprender que não podemos permanecer vazios espiritualmente;
*      Enfatizar que sempre temos algo para oferecer ao nosso Deus;
*      Destacar a importância de estarmos preparados.
Glossário:
Honrar: conferir honra; respeitar;  
Blasfêmia: Palavra que ultraja a divindade, insulta a religião;
Ermo: Isolado, deserto, despovoado, solitário ou lugar desabitado.
Textos de Referência:

1 Sm 9.7 “Então, Saul disse ao seu moço: Eis, porém, se lá formos, que levaremos, então, àquele homem? Porque o pão de nossos alforjes se acabou, e presente não temos que le­var ao homem de Deus. Que temos?”
1 Sm 9.8 “E o moço tornou a responder a Saul e disse; Eis que ainda se acha na minha mão um quarto de um siclo de prata, o qual darei ao homem de Deus, para que nos mostre o caminho”.
1 Sm 9.9 (Antigamente em Israel, indo qualquer consultar a Deus, dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente; porque ao profeta de hoje, se chamava vidente).
1 Sm 9.10 “Então, disse Saul ao moço: Bem dizes; vem, pois, va­mos. E foram-se à cidade onde estava o homem de Deus”.
Introdução da Lição:
       O texto registra que nos tempos bíblicos em Israel, qualquer um que fosse consultar a Deus através dos profetas, não se apresentava vazio (1Sm 9:6,7) “Porém ele lhe disse: Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e homem honrado é; tudo quanto diz, sucede assim infalivelmente; vamo-nos agora lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir.  Então Saul disse ao seu moço: Eis, porém, se lá formos, que levaremos então àquele homem? Porque o pão de nossos alforjes se acabou, e presente nenhum temos para levar ao homem de Deus; que temos?”; (Jo 4:23) “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. A palavra adorar no hebraico é “sãhãh”, que significa prostrar-se, curvar-se.
            O Teólogo Shedd comenta que na verdadeira adoração:
1) A questão do local é insignificante (Jo 4:21) “Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai”; (At 7:48) “Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta”;
2) O objeto é o Deus que se revela na história, na Palavra e sumamente em Cristo Jesus;
3) O modo é em espírito (Jo 3:5,6) “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.”; e em verdade (Jo 8:32) “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”; (Jo 14:6) “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”; (Jo 17:17) “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade”.
TÓPICO 1. PERDENDO A JUMENTA DE SEU PAI:
                        O chamado de Saul veio através de um acontecimento repentino, a perda da jumenta de seu Pai (1Sm 9.3) “E perderam-se as jumentas de Quis, pai de Saul; por isso disse Quis a Saul, seu filho: Toma agora contigo um dos moços, e levanta-te e vai procurar as jumentas.”. Aprendemos que Deus pode utilizar fatos simples para nos conduzir aonde Ele deseja. Em todas as situações boas ou ruins que afetam nossa vida, é possível enxergar o propósito de Deus nelas:
ITENS DA APOSTILA:
1-1 Buscando as jumentas: Saul estava honrando seu pai (1Sm 9:3) “E perderam-se as jumentas de Quis, pai de Saul; por isso disse Quis a Saul, seu filho: Toma agora contigo um dos moços, e levanta-te e vai procurar as jumentas.”; (Ef 6:3) “Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra”. Depois de Saul e seu companheiro terem atravessado várias regiões, buscando as jumentas por vários dias, teriam ido ao norte de seu lar em Gibeá (1 Sm 10:26) “E foi também Saul à sua casa, em Gibeá; e foram com ele do exército aqueles cujos corações Deus tocara”, passando por Salisa, Saalim e Zufe (9:4,5) “Passaram, pois, pela montanha de Efraim, e dali passaram à terra de Salisa, porém não as acharam; depois passaram à terra de Saalim, porém tampouco estavam ali; também passaram à terra de Benjamim, porém tampouco as acharam. Vindo eles então à terra de Zufe, Saul disse para o seu moço, com quem ele ia: Vem, e voltemos; para que porventura meu pai não deixe de inquietar-se pelas jumentas e se aflija por causa de nós.”, onde fez a volta, atravessando Benjamim até Ramá, o lar de Samuel (1Sm 7:17) “Porém voltava a Ramá, porque estava ali a sua casa, e ali julgava a Israel; e edificou ali um altar ao SENHOR”; (1Sm 9:18) “E Saul se chegou a Samuel no meio da porta, e disse: Mostra-me, peço-te, onde está à casa do vidente”. A região montanhosa de Efraim, por ser um lugar ermo, mostra a necessidade de buscarmos com sacrifício e indica que o lugar da benção é para cima, devemos ter resistência e sermos determinados. Já as terras de Salissa e Saalim, indicam que na procura, não teremos logo o que buscamos, o que não significa que não devemos parar de buscar e perder nossos sonhos.
            Benjamim era praticamente o local de origem de Saul, isso indica que devemos sempre avançar. Zufe era uma parte da região montanhosa de Efraim, o local onde Saul disse ao seu moço que deveriam desistir; logo, indica o local de decisões e cansaço, onde não podemos recuar, mas também é o local da oportunidade de Deus e de esperança. O moço disse “Nesta cidade há um homem de Deus, e é muito estimado”. Cabe, portanto a cada um de nós, procurar ouvir a voz do Senhor.  
1-2 Consultando a Deus: É de suma importância que cada crente crie uma rotina de oração, busque ao Senhor nas suas decisões e compreenda e aceite seus propósitos (Mt 6:33) “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. Haverá um dia em que os homens não poderão encontrar Deus, quando se tornarem extremamente soberbos, presunçosos e obstinados (Nm 16). Estes morrerão no pecado (Hb 9:27) “ E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”, blasfemando contra o Espírito Santo (Mt 12:31,32) “Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.  E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro”.
1-3 A chamada de Saul: Entendemos que a chamada de Saul se deu em três diferentes ordens: “E perderam-se as jumentas” (v.3a), “Levanta-te e vai buscar as jumentas” (v.3b), “E foram-se à cidade onde estava o homem de Deus” (v.10). A primeira fala do sacrifício e renúncia; a segunda, do esforço e trabalho e a terceira reflete a dependência de Deus. Russel Shedd comenta que a chamada de Saul relaciona-se com jumentos (animais teimosos); enquanto a chamada de Davi relaciona-se com ovelhas (animais obedientes) (1Sm 16:11) “Disse mais Samuel a Jessé: Acabaram-se os moços? E disse: Ainda falta o menor, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui”.
Professor abordar os seguintes pontos:
1-1 O que move o crente é a fé e exercitamos a fé é na persistência.
1-2 Mantenhamos sempre intimidade de oração com Deus pois Ele sempre trará para nós as respostas que serão melhores para nós segundo o parecer Dele e o que vem Dele é o melhor para nós.
1-3 Deus preparou tudo para que Saul fosse chamado; Deus nos está preparando para uma obra que Ele nos entregará a qualquer momento. A nossa preparação precisa ser constante. 
TÓPICO 2. TENDO APARÊNCIA, MAS NADA PARA OFERECER:
                        Saul era um homem de boa aparência, sobressaía a todo o povo pela sua altura, tinha um porte físico atlético e era jovem, mas estava vazio. Aquele moço foi um instrumento que Deus achou para honrar Saul (1Sm 9.3) “E perderam-se as jumentas de Quis, pai de Saul; por isso disse Quis a Saul, seu filho: Toma agora contigo um dos moços, e levanta-te e vai procurar as jumentas”, (1Sm 9:5) “Vindo eles então à terra de Zufe, Saul disse para o seu moço, com quem ele ia: Vem, e voltemos; para que porventura meu pai não deixe de inquietar-se pelas jumentas e se aflija por causa de nós.”, (1Sm 9:6) “Porém ele lhe disse: Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e homem honrado é; tudo quanto diz, sucede assim infalivelmente; vamo-nos agora lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir”, (1Sm 9,8) “E o moço tornou a responder a Saul, e disse: Eis que ainda se acha na minha mão um quarto de um siclo de prata, o qual darei ao homem de Deus, para que nos mostre o caminho”. Corre-se sérios riscos ao manter uma vida espiritual sem qualquer solidez.
ITENS DA APOSTILA:
2-1 O perigo de só ter aparência: Vivemos a época da beleza, com plásticas para todos os gostos, é a multiplicação da ciência em nossos dias. Saul, segundo o texto bíblico, tinha ótima aparência, “Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para sua aparência, nem para a estatura, porque o tenho rejeitado; porque o senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que esta diante dos olhos, porém, o Senhor olha para o coração” (1Sm 16:7). O Senhor conhece o nosso interior; aquilo que pensamos ou que sentimos (Mt 23:27) “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia”.
2-2 O perigo de sempre se achar vazio: A vida do homem é cheia de altos e baixos. Mas a resposta do Senhor é a seguinte: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12:9). Quando o crente enfraquecer nas provas, deve correr imediatamente para os pés do Senhor (Jo 6:68,69) “Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.”.
2-3 O perigo de se apoiar sempre no outro: Se o moço que estava com Saul estivesse despreparado, provavelmente o desfecho desta história seria outro. Quem sabe retornariam para casa sem receber a benção daquele dia? O moço tinha ainda alguma coisa (v.8). Temos aqui uma preciosa lição, que é o perigo de sempre querer contar com o outro. Que tal você ser aquele com quem se pode contar?
            Em 2 Tm 2:15 está escrito: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”.Como Deus julgara o tipo de trabalhador que temos sido para Ele, devemos edificar a nossa vida em sua Palavra que, por si mesma, já nos indica como viver e servir ao Senhor. O crente que ignora a Bíblia certamente se envergonhará naquele grande dia. O estudo diligente da Palavra é vital; caso contrário seremos impelidos a negligenciar ao Senhor e o seu verdadeiro propósito.  
Professor abordar os seguintes pontos:
2-1 O Espírito Santo escolhe para habitar aquele que é temente a Deus, desse modo Ele não se importa com a aparência física.
2-2 Para ser cheio do Espírito Santo a receita é simples: consagração obtida com oração, jejum e leitura da Bíblia.
2-3 A comunhão com Deus é conseguida individualmente, através de esforços próprios.
TÓPICO 3. O PERIGO DE VERMOS DEUS COMO UM SERVIÇAL:
                        Não pode o servo dar ordem ao seu Senhor, querendo assim que a vontade humana seja satisfeita. Muitas vezes percebemos a má interpretação de algumas passagens bíblicas, sendo mal transmitidas ao povo. Quais os perigos de vermos o Senhor como serviçal?.
ITENS DA APOSTILA:
3-1 A banalização da vida cristã: O povo precisa realmente ser ensinado a exercer a sua fé em Deus, tirando toda capa da religiosidade cega da letra e crer nos milagres bíblicos, movendo-se no sobrenatural através da oração, tendo uma comunhão viva com o Criador. A vida cristã é nossa altar de sacrifício para Deus, onde devemos colocar a renuncia dos valores mundanos (Rm 12:1) “ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. Como vai seu altar congregacional, isto é, você, família, igreja e Deus (Sl 122:1) “ALEGREI-ME quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR”?
3-2 O vazio nos cultos: Os novos modismos se propalam no meios de algumas igrejas no mundo. Mas a Palavra do Senhor nos assegura: “A exposição das tuas palavras dá luz; dá entendimentos aos simples” (Sl 119:130) “A entrada das tuas palavras dá luz, dá entendimento aos símplices”. Num culto a Deus deve haver: oração, louvor, adoração, manifestação da glória de Deus, oferta, pregação e vidas sendo salvas por Jesus.
            A Igreja emergente é um movimento nascido no meio evangélico e procura atrair cristãos influenciados pela pós-modernidade, principalmente aqueles cristãos sem igreja ou que se definem como insatisfeitos com as suas ou com todas as igrejas. Os adeptos da igreja emergente procuram desconstruir e reconstruir as crenças cristãs, não aceitam uniformidade e padrões, adaptando métodos de expressão do cristianismo conforme a cultura pós-moderna. Sempre estão em busca de novidade para adoração, e de uma nova compreensão de Deus. O único ponto sólido em seu pensamento é a existência de Deus e a salvação por meio de Jesus. E só. Mesmo assim, não percebem que, ao minar outros pontos doutrinários fundamentais, acabam afetando a definição bíblica de Deus e até o próprio conceito de salvação. 
3-3 A perda do temor: Um dos princípios de Deus é que O tenhamos, isto é, que O respeitamos e reverenciemos (Dt 10:12-13) “Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR teu Deus pede de ti, senão que temas o SENHOR teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma,   Que guardes os mandamentos do SENHOR, e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem?”. Deus instrui os que O temem (Sl 25:12) “Qual é o homem que teme ao SENHOR? Ele o ensinará no caminho que deve escolher”. O temor a Deus é o principio da sabedoria (Pv 9:10) “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência”; é mais valioso que as riquezas (Pv 15:16) “Melhor é o pouco com o temor do SENHOR, do que um grande tesouro onde há inquietação”; é fonte de vida (Pv 14:27) “O temor do SENHOR é fonte de vida, para desviar dos laços da morte”.
            O temor ao Senhor é descrito como:
1)       Sabedoria (Sl 111:10) “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre”
2)       Esperança (Pv 15:16) “Melhor é o pouco com o temor do SENHOR, do que um grande tesouro onde há inquietação”
3)       Tesouro (Is 33:6) “E haverá estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; e o temor do SENHOR será o seu tesouro”
4)       Eterno (Sl 19:9) “O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente.”
5)       Necessário no servir (Hb 12:28,29) “Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade;  Porque o nosso Deus é um fogo consumidor”
            Devemos cultivar o temor a Deus por diversos motivos:
a)       Devido a Santidade (Ap 15:4) “Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos”
b)       Sua Grandiosidade e Poder (Dt 10:12) “Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR teu Deus pede de ti, senão que temas o SENHOR teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma”
c)       Pelo Perdão (Sl 130:4) “Mas contigo está o perdão, para que sejas temido”
d)       Obras Extraordinárias (Js 4:23,24) “Porque o SENHOR vosso Deus fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o SENHOR vosso Deus fez ao Mar Vermelho que fez secar perante nós, até que passássemos. Para que todos os povos da terra conheçam a mão do SENHOR, que é forte, para que temais ao SENHOR vosso Deus todos os dias.”;
e)       O Juízo (Ap 14:7) “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”;
f)        Bondade (1Sm 12:24) “Tão-somente temei ao SENHOR, e servi-o fielmente com todo o vosso coração; porque vede quão grandiosas coisas vos fez”;
g)       Comum aos Santos (Ml 3:16) “Então aqueles que temeram ao SENHOR falaram freqüentemente um ao outro; e o SENHOR atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o SENHOR, e para os que se lembraram do seu nome”;
h)       Uma Alegria (Sl 2:11) “Servi ao SENHOR com temor, e alegrai-vos com tremor”.
Professor abordar os seguintes pontos:
3-1 O viver cristão do crente com Deus precisa ser natural, espontâneo, especial; não pode ser vivido como se vive com os costumes do mundo.
3-2 O costume bíblico da igreja primitiva precisa ser seguido e copiado, ao misturar vários costumes inevitavelmente ocorre choques de idéias que ocasionará contentamento para alguns e escândalos para outros, e o evangelho sairá perdendo.
3-3 O temor a Deus nos indica que Ele é O Ser Supremo. E bem-aventurado aquele que entender e obedecer a Ele.

TÓPICO 4. O QUE DEVEMOS LEVAR PARANTE O SENHOR:
                        Tudo aquilo que temos, recebemos de Deus e somos apenas despenseiros dele (1Co 4.2) “Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel”. No Antigo Testamento, para se oferecer o sacrifício, o ofertante tinha que seguir a ordem do sacrifício (Ex 29.1-46), e para estar de acordo com os mandamentos era necessário ser fiel.
ITENS DA APOSTILA:
4-1 Devemos levar os nossos pecados: Depois que o pecado entrou no mundo (Rm 5:12) “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”, o ser humano vendeu-se a ele (Rm 7:14) “Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado”, e cada pessoa passou a nascer em iniqüidade (Sl 51:5) “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”. Por isso é que Jesus, vindo a este mundo, nos encontrou mostos nos nossos delitos e pecados (Ef 2:1) “E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados”. Devemos levar os nossos pecados perante o Senhor, porque o pecado separa o homem de Deus (Is 59:2) “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”. Somente Jesus tem o remédio para combater o pecado (Sl 51:1) “TEM misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias”; (Jo 1:29) “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”;
 4-2 A nossa cruz: Todos temos uma cruz para carregar, que é a nossa vida de renúncia (Mt 10:38) “E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim”. A renúncia faz parte da vida cristã. Acompanhar a Jesus sempre significou um compromisso, sem possibilidade de voltar atrás (Mt 10:39) “Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á”. Disse Jesus: “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me(Mt 16:24).
4-3 A nossa oferta: É essencial que o crente seja fiel no que se refere aos dízimos e ofertas para Deus (2Co 8:2) “porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade”. Todo fiel dizimista apresenta a Deus a sua contribuição sem se preocupar com aquele que sonega sua gratidão e o dever bíblico. Por isto recebem a benção divina da abastança (2Co 9:10-13) “10  Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus. Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos;”; (Ml 3:10) “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”. A oferta é uma forma de semeadura que trará infalivelmente a sua colheita (Ec 11:1) “LANÇA o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”.
             O reino de Deus é propagado por meio da preocupação e da forte disposição que os crentes têm de ajudar as outras pessoas. Em 2Co 8:3 “Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente”, varias igrejas se uniram para ajudar as outras, além do circulo de amigos da sua própria cidade. Ec 11:1 “LANÇA o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” fala de lançar o pão sobre as águas. As pessoas podem hesitar em doar generosamente ao Senhor, com a preocupação de não terem o suficiente para atender as suas próprias necessidades. A apóstolo Paulo assegurou aos Coríntios que o Senhor é poderoso para atendê-las. Aquele que doa pouco, receberá pouco. Não deixe que a falta de fé o impeça de doar alegre e generosamente (2 Co 9:6) “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará” 
Professor abordar os seguintes pontos:
4-1 Ao nos apresentarmos a Deus tenhamos a consciência de que somos filhos e o Senhor Jesus nos redime de todo o pecados.
4-2 A nossa cruz são os desejos da nossa carne os quais precisamos mortificar para que o nosso viver seja espiritual.
4-3 Ao ofertarmos façamos com desejo de gratidão a Deus pelo muito que Ele nos tem dado sem nos importar com o fim ao qual será destinado as ofertas, a recompensa vem de Deus.
CONCLUSÃO:
         Para finalizar este assunto, deixo para meditação quatro verdades relativas à nossa contribuição:
1) Contribuir voluntariamente e com o coração;
2) Não contribuir com tristeza;
3) Não contribuir por obrigação e
4) Contribuir com alegria.
Fonte: http://ebdieadsede.blogspot.com/2011/08/o-que-levaremos-perante-o-senhor.html
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